quarta-feira, 30 de setembro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Mais que tanto
Amor pra mais de metro
Mais de mil versos
Mais que mil e uma noites
Mais que além das palavras
Mais que dentro do coração
Um universo de ternura
Uma captura de tudo que é bom
Eleva o tom
Mais que a perfeição
Mais que a beleza
Você, realeza
Que manda no meu coração!
E que toda certeza não seja castiga
E que toda inocência seja perdoada
Pois que amar sem fim
Sem teto
Sem rima
Sem desafeto algum
Pode ser sonho
Mas que sonho bom
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Eu sei
Um dia desses abrirei os olhos
E verei o mundo com cores diferentes
Todas as cores que hoje me aquecem
Terão sumido
Terão mudado
Essa loucura que ora alimenta,ora sufoca
Terá se tornado passado
Algo que ficou na história
Registrada em palavras
Lançada à tinta
Em pinturas íntimas,
Em branco e preto
Em cores fortes
Em transparências
Mas as marcas desenhadas na alma da gente
Cicatrizes boas
Pra lembrar que
Bem ali
Morou encrustada
Pérola de bem querer imenso
Será que sai?
Será que vai?
Sair dos meus eus?
Um dia desses abrirei os olhos
E verei o mundo com cores diferentes
Todas as cores que hoje me aquecem
Terão sumido
Terão mudado
Essa loucura que ora alimenta,ora sufoca
Terá se tornado passado
Algo que ficou na história
Registrada em palavras
Lançada à tinta
Em pinturas íntimas,
Em branco e preto
Em cores fortes
Em transparências
Mas as marcas desenhadas na alma da gente
Cicatrizes boas
Pra lembrar que
Bem ali
Morou encrustada
Pérola de bem querer imenso
Será que sai?
Será que vai?
Sair dos meus eus?
Hoje nem tudo é igual
Desprezo insensato
Pela falsa calma de certos momentos
Nada é calma
Eu não sou calma
Nem anarquia constante
Fúria às vezes sou
Desabafo do limo no fundo da alma
E vendavais podem ferir
Especialmente quem está perto
Estilhaços de mágoas
Cacos de desrespeito
Brasas que já queimaram o peito
Lançadas
Espalhadas no meio raio de ação
Me odeie não
Sou apenas
Alguém como você
Talvez um pouco pior
Talvez um pouco menor
Mas também sei soprar feridas
E adoçar sorrisos
Tudo depende da lua
Desprezo insensato
Pela falsa calma de certos momentos
Nada é calma
Eu não sou calma
Nem anarquia constante
Fúria às vezes sou
Desabafo do limo no fundo da alma
E vendavais podem ferir
Especialmente quem está perto
Estilhaços de mágoas
Cacos de desrespeito
Brasas que já queimaram o peito
Lançadas
Espalhadas no meio raio de ação
Me odeie não
Sou apenas
Alguém como você
Talvez um pouco pior
Talvez um pouco menor
Mas também sei soprar feridas
E adoçar sorrisos
Tudo depende da lua
17/09/15
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