terça-feira, 7 de agosto de 2018

NÃO DEIXEM A SEBASTIANA DESPENCAR


Se me contassem, eu não acreditaria, mas ninguém me contou. Eu vi com meus próprios olhos e com muito espanto a circular que atende ao Bairro Nossa Senhora Aparecida, via Morro Caratinga e Limoeiro alterar seu trajeto passando pela Rua Sebastiana Maria de Jesus, ao lado do antigo Polivalente.
Estaria tudo bem, afinal de contas, uma obra na rua que passa pela frente do Prédio, onde hoje funciona o Batalhão da PM causou a interrupção do tráfego no local. O problema reside na situação de risco em que se encontra a rua usada como alternativa para o ônibus.
A Rua Sebastiana Maria de Jesus está mal cuidada  desde a administração municipal anterior, que apenas a maquiou com um  asfalto de qualidade sofrível. Estendeu o asfalto ruim por outras ruas da mesma área e hoje o que temos são mais buracos e transtornos do que asfalto.
A atual administração não tem feito diferente da anterior e as ruas estão abandonadas, não passaram por manutenção do asfalto e o que é pior: o trecho da rua entre a lateral do Batalhão e a creche que já vinha desmoronando lentamente devido ao descaso da Prefeitura, agora despenca célere devido às chuvas, ao aumento do tráfego na região e à água coletada dentro do Batalhão da PM e jogada, diariamente sobre a via pública e justamente onde ela é mais estreita e passa por erosão.
É exatamente nesse local que tive o desprazer de ver a circular passar ontem à noite. É claro que me preocupa a situação da rua, que é nossa melhor ligação com o centro da cidade, e que não está em condições de receber o tráfego de carros pesados ou mesmo do caminhão da coleta de lixo. Mas me preocupa ainda mais imaginar como alguém pôde liberar o trânsito de ônibus com passageiros por uma via em condições tão precárias.
Fica aqui minha solicitação aos respectivos responsáveis sobre a situação da água sem a devida capitação, sobre a situação da rua antes que se torne um caso mais caro e portanto sem solução, conforme aconteceu no final da Rua Augusto de Morais, e sobre o asfalto esburacado no alto do Limoeiro e Aparecida.
08/08/18

sábado, 12 de novembro de 2016

Da Tua Chegada
O céu com nuvens penteadas A brisa perfumada Cheiro fresco da madrugada A lua, meia argola prateada E essa alegria suave Marulhando no peito Anunciam a tua chegada Não espero mais nada Sorriso descontrolado na cara Uma farra de mil pensamentos Saudade prestes a ir embora Não espero mais nada A não ser tua chegada E porque tu vens Graça retorna às coisas Beleza aos lugares Leveza às horas Já não quero quase mais nada A não ser tu E eu, em teu peito aninhada. Ego
10 nov 2016
Fim da conversa no bate-papo
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Prezado amigo
Acostumar-se ao que é bom
Isso é tão fácil
Mesmo que às vezes
Possamos desconfiar da sorte
Por ser tão generosa
E trazer sem os espinhos
A mais bela rosa
Pelear acompanhado
Dividindo dúvidas
Estendendo as madrugadas
Compartilhar as olheiras
E algum bocadinho
De ócio bendito
Daquele em que se esquece
Que se está aflito
Afoito pelo fim de uma estrada
Que trouxe asperezas
E uma surpresa grata
Mas há a parte chata
E aquele medo
Todo humano
Que ao findar a trilha
Perca-se o encanto
Sigamos nossos caminhos
Sem que eu diga o quanto te amo.

Ego


Prezado amigo,
Acostumar-se ao que é bom
Isso é tão fácil
Mesmo que às vezes
Possamos desconfiar da sorte
Por ser tão generosa
E trazer sem os espinhos
A mais bela rosa
Pelear acompanhado
Dividindo dúvidas
Estendendo as madrugadas
Compartilhar as olheiras
E algum bocadinho
De ócio bendito
Daquele em que se esquece
Que se está aflito
Afoito pelo fim de uma estrada
Que trouxe asperezas
E uma surpresa grata
Mas há a parte chata
E aquele medo
Todo humano
Que ao findar a trilha
Perca-se o encanto
Sigamos nossos caminhos
Sem que eu me a costume
A dizer o quanto te amo.

Ego

quarta-feira, 19 de outubro de 2016




Não tenho medo de vespas, temo vampiros
Vespas revoai
Elevai ao máximo som vossos zumbidos
Eles já não ferem meus ouvidos
Aferroem a carne
Ela já não sente
Vossos ferrões se tornaram pequenos
Há tantos venenos que os vossos
Se tornaram amenos
Se ainda há incautas presas
Até elas tornar-se-ão imunes
Por mais felizes que estejam
Na algazarra atiçada
Por feromônios espraiados
Pelos primeiros insetos predadores
Rio eu de tuas picadas
A besta fera a que adorais
É apenas uma cria perdida
De quem na realidade
Ama apenas um lado da humanidade
De praxe,
O mesmo que o inominável chama de nós
Aferroai e gastai vossos venenos
Os dias que chegam
Tornarão tudo isso pequeno
Dias de bocas fechadas
Tarjas cerebrais
Sorrisos tristes
E toda poesia que existe
Em apatia transformada
Sonhos ao esquecimento
Equidade um lamento
Educação pública
Produção de massa
Ferroada de vespa?
Isso perdeu a relevância
Jaz sem importância

20/10/2016

segunda-feira, 8 de agosto de 2016



Jogos e jogos
Jogos sutis
Jogos pueris
Jogos jocosos
Jogos dolorosos
Jogos mortais
O jogo que é o amar
Quando não se deve
É fácil identificar
Mais cedo ou mais tarde
          Há de fazer sangrar

domingo, 7 de agosto de 2016


Ninguém morrerá
Não querendo, ainda assim
Quando dei por mim
Aconteceu
E não me cabe dizer
Que existe essa história
De se apaixonar pela pessoa errada
Existe, ora pois, o se apaixonar
E aquilo que se convencionar
Viver ou abdicar
Voilà!
É encarar
Ou correr
Viver
Ou esquecer
Mas pra ser bem de veneta
Há quem pretenda
Apenas
Ignorar.
Ok, também

Ninguém morrerá